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Saúde

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Médicos retiram bexiga de bebê de 4 dias por engano

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Uma bebê de apenas quatro dias de vida teve a bexiga removida por engano durante uma cirurgia para remover cisto no ovário da criança. O caso aconteceu em abril, em um hospital particular do Distrito Federal, mas a mãe da menina, Nathalia Evelyn Peixoto de Almeida, só revelou o erro depois que o hospital recusou dar assistência. 

Segundo a rádio CBN, o que deveria ter sido retirado na cirurgia era um cisto ovariano, constatado pelos médicos quando Ana Lípia ainda estava na barriga da mãe. Quando Nathalia entrou em trabalho de parto, levou os exames para o hospital. Só que dessa vez os médicos falaram que se tratava de um cisto abdominal, perto do umbigo, e que precisava ser removido com urgência. 

Ana Lípia passou pela cirurgia aos quatro dias de vida. Dois dias depois do procedimento, os médicos perceberam o erro, já que a garotinha não urinava e estava retendo líquidos. Ainda de acordo com a CBN, a equipe então colocou dois drenos para permitir a passagem da urina

Nathalia ficou arrasada. "É a pior sensação da minha vida e cada dia era uma notícia ruim. Eles fizeram um erro que vai ser pra vida da minha filha toda e estão fingindo que nada aconteceu. É isso que me machuca muito. As consultas são bastante caras, por exemplo, um urologista é R$ 400, uma ecografia que ela faz é R$ 380. Fralda ela usa mais do que um bebê normal, porque tem que ser trocada toda hora", disse à rádio.

Ana Lípia só poderá passar por uma cirurgia para implantar uma bexiga artificial quando completar cinco anos. Mesmo assim, ela vai precisar usar sonda por toda a vida. O Hospital Santa Helena informou à CBN que prestou todo o atendimento necessário à família e que acompanha o caso por meio do médico assistente.

Fonte: Correio

No Dia Mundial da Pessoa com Alzheimer, alerta é para diagnóstico precoce

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alzeheimerNesta quinta-feira, 21, é celebrado o Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer, oportunidade para respeitar aqueles que vivem com demência e para aprender os sinais de alerta que aumentam a possibilidade de diagnóstico precoce, segundo a organização não governamental (ONG) Alzheimer’s Disease International – ADI (Associação Internacional do Alzheimer).

A entidade ressalta que o diagnóstico precoce da doença empodera a pessoa, seus familiares e cuidadores a estarem melhor preparados e informados para lidar com o avanço da doença.

Nas fases iniciais, os sintomas do Alzheimer podem ser muito sutis. Frequentemente começam por lapsos de memória, dificuldade em encontrar as palavras certas para objetos do dia a dia, desorientação de tempo e espaço, guardar coisas fora de lugar, alterações de humor e isolamento social e do trabalho.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, Alzheimer é a forma mais comum de demência, responsável por 60% a 70% dos casos. A estimativa é de que, no mundo inteiro, 47 milhões de pessoas sofram de demência e, a cada ano, cerca de 10 milhões de novos casos sejam registrados.

Além disso, dá oportunidades às pessoas de viverem de forma mais produtiva e por mais tempo. Indivíduos com diagnósticos precoces têm ainda a chance de participar em pesquisas que podem identificar novos tratamentos e melhora nos cuidados.

A ONG afirma que duas de cada três pessoas acreditam que há pouca ou nenhuma compreensão da demência em seus países. A estigmatização e a desinformação que envolvem o Alzheimer continuam sendo um problema global.

De acordo com a OMS, apesar de a idade ser o principal fator de risco para a demência, a doença não é uma consequência inevitável do envelhecimento e não afeta apenas as pessoas de mais idade. O aparecimento de sintomas antes dos 65 anos de idade representa cerca de 9% dos casos.

Algumas pesquisas revelaram vínculo entre a ocorrência de comprometimento cognitivo e fatores de risco relacionados ao estilo de vida, como sedentarismo, dietas não balanceadas, tabagismo, obesidade, consumo excessivo de álcool, diabetes e hipertensão arterial. Outros fatores de risco são depressão, baixo nível educacional, isolamento social e inatividade cognitiva.

Segundo a Associação Portuguesa dos Familiares e Amigos dos Doentes de Alzheimer (Alzheimer Portugal), a doença provoca uma deterioração progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas (memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento). Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas atividades de vida diária.

Sintomas

Dificuldades de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes;

Apresentar um discurso vago durante as conversações;

Perder entusiasmo na realização de atividades, anteriormente apreciadas;

Demorar mais tempo na realização de atividades de rotina;

Esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos;

Incapacidade para compreender questões e instruções;

Deterioração de competências sociais;

Imprevisibilidade emocional

Manual

Em Portugal, a Direção Geral de Saúde lançou, em 2015, o manual Nutrição e Doença de Alzheimer, que fornece indicações práticas sobre como ultrapassar os principais e mais frequentes problemas alimentares da doença, abordando, ainda, a informação científica disponível sobre o papel protetor dos nutrientes e de alguns alimentos e padrões alimentares (com destaque para a Dieta Mediterrânea).

De acordo com o manual, há algumas recomendações relacionadas com alimentação saudável e atividade física para a prevenção da doença de Alzheimer.

Entre elas: minimizar a ingestão de gordura saturada e trans; consumir preferencialmente hortícolas, leguminosas, fruta e cereais integrais em vez da predominância excessiva de carne e dos laticínios; consumir a vitamina E preferencialmente dos alimentos em vez de suplementos; fornecer ao organismo as doses de ingestão diárias de vitamina B12 recomendadas; incluir exercícios aeróbicos na rotina, o equivalente a 40 minutos de caminhada rápida pelo menos 3 vezes por semana.

No Brasil e no mundo

Segundo a Associação Internacional de Alzheimer, o número de pessoas com a doença no mundo deve chegar a 75 milhões em 2030 e a 132 milhões em 2050. Estima-se que a cada 3,2 segundos, um novo caso de demência é detectado no mundo e a previsão é de que em 2050, haverá um novo caso a cada segundo.

De acordo com informações do Instituto Alzheimer Brasil, há uma grande variação de prevalência de demência em diversas regiões do mundo: na África, uma prevalência de 2,2%; América do Norte, 6,4%; América do Sul, 7,1% ;  Ásia, 5,5%  e na Europa, 9%.

O Instituto afirma que não há dados consolidados sobre a incidência no Brasil. Entretanto, encontra-se na literatura que cerca de 1,2 milhão de pessoas sofram com a demência, cerca de 100 mil novos casos por ano.

Mundo está ficando sem antibióticos, alerta OMS

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O mundo está ficando sem antibióticos. O alerta foi feito nesta terça-feira (19), pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que aponta para o número insuficiente de novos produtos sendo desenvolvidos e uma resistência cada vez maior aos remédios que estão no mercado.

Em seu novo informe sobre o setor, a OMS alerta que a maioria dos produtos que estão sendo desenvolvidos neste momento pelo setor farmacêutico representa somente uma modificação nos atuais antibióticos, com um impacto apenas de curto prazo.

No levantamento que considerou os produtos sendo pesquisados por diferentes multinacionais, poucos teriam o potencial de superar a resistência de infecções, cada vez mais presentes. Apenas a resistência aos antibióticos que tratam de tuberculose causa hoje a morte de 250 mil pessoas por ano. Além desse caso, a OMS já identificou outros doze casos em que a resistência a produtos no mercado já representa uma ameaça.

No total, 51 novos antibióticos estão em diferentes etapas de avaliação e testes. Desses, porém, apenas oito deles estão sendo classificados pela OMC como "tratamento inovadores" e que irão adicionar valor ao arsenal de remédios que a humanidade dispõe. Mesmo esses oito candidatos não têm ainda garantias de que todos chegarão ao mercado. Além da tuberculose, doenças ou infecções como a bactéria E.coli podem passar a representar sérias ameaças. "Temos uma emergência de saúde global que pode minar de forma séria o progresso da medicina moderna", alertou Tedros Adhanom Ghebreyesus, o diretor-geral da OMS e que apelou por uma ação maior das farmacêuticas. "Precisamos de forma urgente de novos investimentos em pesquisa. Caso contrário, voltaremos a ver pessoas morrendo com infecções mesmo depois de cirurgias relativamente pequenas", disse.

Apenas no setor de tuberculose, a OMS alerta que somente dois novos produtos chegaram ao mercado nos últimos 70 anos. Para erradicar a doença, a entidade estima que precisa de mais de US$ 800 milhões por ano para trazer ao mercado novos produtos.

Fonte: BN

Ministério da Saúde cogita excluir insulina do programa Farmácia Popular

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A insulina pode ser retirada do programa Aqui Tem Farmácia Popular. O Ministério da Saúde tem estudado a medida, caso o preço pago pelo produto não seja diminuído.

De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, a ação é uma estratégia da pasta para tentar reduzir o orçamento do programa. Criada nos governos do PT, a iniciativa atualmente beneficia cerca de 9,8 milhões de brasileiros.

Segundo a proposta, a distribuição do produto passará a ser realizada apenas nos postos de atenção básica, caso o valor pago pelo Ministério às farmácias não seja reduzido. Cerca de 30% do acesso ao produto no Brasil ocorre por meio das farmácias credenciadas ao programa, conforme estimativas de mercado.

O ministro da Saúde Ricardo Barros afirmou que a pasta paga R$ 27,50 pela unidade do produto distribuída no Farmácia Popular, quase três vezes mais do que é desembolsado para o produto distribuído na rede pública: R$ 10. "O objetivo é sensibilizar os parceiros para diminuir essa diferença de custo e ampliar a oferta de medicamentos", justificou o ministro.

Ainda de acordo com a proposta da pasta, se não houver acordo, a insulina deixaria de ser distribuída no programa a partir de 1º de janeiro. Procurado, no entanto, o ministério disse não haver data definida. Atualmente, o investimento no programa é de R$ 2,6 bilhões. Caso nenhuma mudança seja feita, o governo estima que, para 2018, o Farmácia Popular exigiria R$ 3 bilhões.

O ministro da Saúde propõe reduzir a base de cálculo dos remédios, o que poderia trazer economia de R$ 750 milhões. "Quero organizar o pagamento. Hoje tem uma tabela, com valores distintos. Minha proposta é que paguemos o preço médio do mercado, com uma remuneração de 27% para farmácias", disse o ministro.

A proposta, no entanto, provocou uma forte reação do setor produtivo, que ameaça sair do programa. "Para alguns itens, a redução seria de 70%. Isso tornaria inviável nossa participação no Aqui Tem Farmácia Popular", afirma o presidente executivo da Associação Brasileira de Redes e Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto.

Fonte: BN

Dia D da Campanha da Multivancinação acontece em Camaçari neste sábado (16)

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Será realizado neste sábado (16) o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação. Das 8h às 17h, todos os postos de vacinação de Camaçari estarão abertos, com exceção dos postos Coqueiro de Monte Gordo, Novo Horizonte e Parque Verde I. 

A Secretaria de Saúde (Sesau) pretende vacinar até o dia 22 de setembro, quando encerra a campanha, cerca de 150 mil pessoas entre crianças, adolescentes, adultos e gestantes. Todos são convocados para atualizar a caderneta de vacinação. 

O Ministério da Saúde alerta que muitas doenças que foram erradicadas no Brasil ou mesmo controladas, ainda não estão eliminadas e podem representar risco para não vacinados. "A população começa a achar que a vacina é desnecessária e não é verdade. Estamos vendo o surto de sarampo nos países desenvolvidos, por exemplo, e se não mantivermos elevada a cobertura vacinal, voltaremos a ter essas doenças circulando no mundo", disse a coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues, explicando que o fluxo de turismo e comércio no mundo globalizado facilita a circulação de doenças entre os países. 

Durante a campanha serão ofertadas vacinas contra meningite do tipo C, HPV para meninos e meninas, hepatite B, sarampo, rubéola, caxumba, rotavírus (diarreia), tétano DT, difteria, coqueluche e febre amarela. Além de todas as vacinas do calendário básico para crianças. 

"É de suma importância que todos participem da campanha. Não estamos sofrendo nenhum risco ou epidemia, mas a função da vacina é justamente a prevenção e proteção. Mesmo quem não tem a caderneta de vacinação deve ir ao posto de saúde se vacinar. Principalmente as crianças", alerta o secretário da Saúde de Camaçari, Elias Natan.

Fonte: Ascom