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Após denúncia do promotor de Justuça, Everardo Yunes, contra vereadores da Câmara Municipal de Camaçari, o ex-vereador e atual Secretário da Habitação, Junior Borges (DEM), amitiu uma nota a toda imprensa buscando escalarecer os fatos e se isentando de qualquer participação em crimes políticos. Confira a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Queridos amigos.

Na manhã desta terça-feira (08/02), fui surpreendido com uma notícia veiculada na imprensa baiana sobre uma ação do Ministério Público da Bahia (MP-BA), em que ajuíza ato de improbidade administrativa contra 17 vereadores da Câmara de Vereadores de Camaçari, incluindo a mim, vereador licenciado e secretário de Habitação. 

Recebi com espanto esta notícia e afirmo que não houve nenhum tipo de ato ilícito realizado por mim neste ou em qualquer outra situação. Iniciei minha vida política muito cedo, no movimento estudantil e cheguei até aqui, eleito por dois mandatos consecutivos como vereador de Camaçari sem ter cometido nenhum ato ilícito. Tenho orgulho da minha história e na condição de representante do povo tenho a plena consciência de que não posso errar com eles, por isso afirmo que não há nenhuma ação ilícita com relação a mim.

Acredito nas instituições e confio na justiça. Compreendo e valorizo o papel do Ministério Público da Bahia e em todo o país, que combate a corrupção. Órgãos como o MP trazem a certeza de que a justiça deve ser feita. Por este motivo é que também acredito que ao apresentar as provas necessárias, a verdade será esclarecida.

Estou muito empenhado com o trabalho que hoje exerço a frente da Secretaria de Habitação, prova disso se dá nas ações que vem sido realizadas durante um pouco mais de um mês que assumi como secretário. Minha única vontade é de defender o povo de Camaçari e não posso, em momento algum, falhar com nenhum munícipe.

Camaçari, 11 de fevereiro de 2018

 

Júnior Borges

Na tarde desta quinta-feira (08), a Câmara Municipal de Camaçari emitiu uma nota à toda a imprensa em resposta à noticia divulgada em vários veículos de comunicação sobre decisão do Ministério Público Estadual (MP-BA) que solicitava prisão e afastamento do presidente da Casa. Leia nota na íntegra:

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