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Familiares e filhos de Mãe Stella de Oxóssi entraram com uma ação na Justiça contra a psicóloga Graziela Domini. De acordo com o jornal Correio, os familiares pedem o retorno de Mãe Stella para o terreiro, em Salvador.

A ialorixá foi levada para a cidade de Nazaré, a 78 km da capital, pela psicóloga, que diz ter escritura pública comprovando ser responsável pelo cuidado de saúde de Mãe Stella. Na ação, os familiares solicitam que a Justiça determine o retorno de Mãe Stella ao terreiro, que seja designada uma pessoa em particular para cuidar da líder religiosa e indicam um nome para ser responsável pelos cuidados da ialorixá, mas não revelaram a identidade.

A ação tem como autora a Sociedade Cruz Santa do Afonjá. A psicóloga aparece como ré. Ainda de acordo com o Correio, Graziela Domini afirmou que a ida de Mãe Stella para Nazaré foi um pedido que partiu da própria ialorixá, que a viagem foi informada à Delegacia do Idoso, ao Ministério Público Estadual (MP-BA) e a alguns amigos e familiares escolhidos por Mãe Stella.

Fonte: BN

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Responsáveis por grande parte do processo de ocupação do território brasileiro, através de uma ação que se prolongou de maneira ininterrupta durante mais de dois séculos, os reais colégios jesuítas são tema do livro Arte Jesuíta no Brasil colonial – Os reais colégios da Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco (Versal Editores). A publicação da historiadora Anna Maria Fausto Monteiro de Carvalho, é fruto da 13ª edição do Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica - Clarival do Prado Valladares. A premiação, criada em 2003, patrocina pesquisas e publicações de obras que resgatam a historiografia do país.

O coquetel de lançamento, em Salvador, será realizado no próximo dia 13 de dezembro, às 19h, no Instituto Feminino da Bahia e contará com uma palestra da autora, seguido de sessão de autógrafos. Em sua pesquisa, Anna Maria Fausto Monteiro de Carvalho foca nos três grandes centros administrativos da Companhia de Jesus no Brasil durante o período colonial – o Real Colégio de Salvador, no Terreiro de Jesus -, o Real Colégio do Rio de Janeiro e o Real Colégio de Olinda. Na Bahia, as instalações do Real Colégio de Salvador incluíam a atual Catedral Basílica, a área da atual Faculdade de Medicina, no Terreiro de Jesus, e o Pátio dos Estudos Gerais, onde está situada hoje em dia a Praça da Sé. 

Anna Maria Fausto Monteiro de Carvalho é professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA) e Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade (CEPESE - Portugal). Formada em História desde 1975, têm mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutorado em Faculdade de Letras - História da Arte pela Universidade de Coimbra (2003), se dedica ao estuda da arte jesuítica, arte franciscana e artes plásticas. 

Sobre a Premiação 

O trabalho de pesquisa de Anna Maria Fausto Monteiro de Carvalho foi selecionado pela Comissão Julgadora do Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica - Clarival do Prado Valladares, que é formada por três historiadores, um escritor e integrantes da Odebrecht e da Versal Editores. Para a 13ª edição, o prêmio recebeu 251 inscrições, vindas de 21 estados brasileiros, e de outros cinco países. São Paulo liderou o ranking com 76 inscritos, seguido pelo Rio de Janeiro (40), Bahia (23) e Minas Gerais (22). 

Instituído em 2003, o Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica - Clarival do Prado Valladares já viabilizou a geração e o registro de conhecimentos originais sobre o período pré-colombiano do território brasileiro, o comércio do açúcar nos primeiros anos de efetiva colonização, a participação de ordens religiosas na formação nacional, a engenharia e a urbanização de nossas cidades nos séculos XIX e XX, entre outros. O prêmio é reconhecido pela comunidade acadêmica como um dos mais importantes incentivos à pesquisa histórica no Brasil. Desde sua criação, já recebeu mais de 1,5 mil projetos, enviados por pesquisadores de instituições de 23 estado brasileiros. Entre os livros publicados, seis receberam o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, o mais prestigiado prêmio editorial do pais. 

O gerente de Comunicação da Odebrecht na Bahia, Marcelo Gentil, lembra que o grupo foi pioneiro na adoção do patrocínio cultural ao lançar, em 1959, o livro Homenagem à Bahia Antiga. "É um compromisso da Política de Sustentabilidade do Grupo Odebrecht apoiar e contribuir para a preservação do patrimônio cultural das comunidades e países onde atuamos", destaca Gentil. O gestor ressalta que, ao longo de sua história, a Odebrecht lançou ou patrocinou mais de 400 livros sobre diversos temas. São publicações que valorizam a preservação do conhecimento e o acesso à informação.

Sobre Clarival do Prado Valladares 

Pesquisador, crítico de arte e professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, o médico Clarival do Prado Valladares (1918-1983), pós-graduado em Patologia pela Harvard University, combinou metodologia científica e sensibilidade na abordagem sociológica do objeto artístico. Seu importante legado para a compreensão do patrimônio artístico e arquitetônico brasileiro encontra-se em obras como Arte e sociedade nos cemitérios brasileiros, Nordeste histórico e monumental, Aspectos da arte religiosa no Brasil, Rio barroco – Rio neoclássico e The impact of African culture on Brazil. Mentor das Edições Culturais Odebrecht, que dirigiu por vários anos e que hoje reúnem mais de 200 obras sobre vários temas relevantes para a cultura nacional, Clarival do Prado Valladares inspira o Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica. 

Cronologia do Prêmio Clarival do Prado Valladares 

2016 

O CONHECIMENTO CIENTÍFICO DO MUNDO PORTUGUÊS DO SÉCULO XVIII 

Magnus Roberto de Melo Pereira 

(Universidade Federal do Paraná) 

Ana Lúcia Rocha Barbalho da Cruz 

(Universidade Federal do Paraná) 

2015 

UM SERTÃO ENTRE TANTOS OUTROS 

Nathália Diniz 

(Universidade Federal do Rio Grande do Norte) 

2014 

LUÍS DE ALBUQUERQUE – VIAGENS E GOVERNO NA CAPITANIA DE MATO GROSSO / 1771-1791 

Janaina Amado 

(Universidade de São Paulo) 

Leny Caselli Anzal 

(Universidade de Brasília) 

2013 

O MAPA QUE INVENTOU O BRASIL 

Júnia Ferreira Furtado 

Universidade Federal de Minas Gerais 

2012 

O COMÉRCIO DO AÇÚCAR – BRASIL, PORTUGAL E PAÍSES BAIXOS (1595-1630) 

Daniel Strum 

(Universidade de São Paulo) 

2011

O MOSTEIRO DE SÃO BENTO DA BAHIA 

Dom Gregório Paixão 

Universidade Livre de Amsterdã 

2010 

THEODORO SAMPAIO – NOS SERTÕES E NAS CIDADES 

Ademir Pereira dos Santos 

(Centro Universitário Belas Artes de São Paulo) 

2009 

IGREJA E CONVENTO DE SÃO FRANCISCO DA BAHIA 

Maria Helena Ochi Flexor 

(Universidade Federal da Bahia) 

Frei Hugo Fragoso, OFM 

(Pontifício Ateneo Antoniano) 

2008 

A HISTÓRIA DO BRAZIL DE FREI VICENTE DO SALVADOR – HISTÓRIA E POLÍTICA NO IMPÉRIO PORTUGUÊS DO SÉCULO XVII 

Maria Lêda Oliveira Alves da Silva 

(Universidade Nova de Lisboa) 

2007 

ESCRITO NA PEDRA – COR, FORMA E MOVIMENTO NOS GRAFISMOS RUPESTRES DA BAHIA 

Carlos Alberto Etchevarne 

(Universidade Federal da Bahia) 

2006 

A TALHA NEOCLÁSSICA NA BAHIA 

Luiz Alberto Ribeiro Freire 

(Universidade Federal da Bahia) 

2005 

50 ANOS DE URBANIZAÇÃO – SALVADOR DA BAHIA NO SÉCULO XIX 

Consuelo Novais Sampaio 

(Universidade Federal da Bahia) 

SERVIÇO: 

Evento de lançamento do livro: Arte jesuíta no Brasil colonial – Os reais colégios da Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco, de Anna Maria Fausto Monteiro de Carvalho 

Data: 13 de dezembro (quarta-feira) 

Horário: 19h 

Local: Instituto Feminino da Bahia (Rua Monsenhor Flaviano, nº 2, Politeama) 

Editora: Versal Editores 

Páginas: 576

Fonte: Ascom

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Resultados de uma série de exames científicos determinaram que os restos de uma caverna de pedra que fica dentro da Basílica do Santo Sepulcro datam de 17 séculos atrás, o que implica que o local é o mesmo que foi descoberto pelos romanos e consagrado como o local de sepultamento de Jesus. As informações são da National Geographic. 

A argamassa retirada da parede sul do túmulo foram datadas de 335. e 1570. Historiadores estimam que o túmulo fora descoberto pelo romanos em 326. Já a argamassa da entrada data do século XI, quando o Santo Sepulcro foi destruído e reerguido pelo imperador Constantino, em 1009. Há também registros de uma reforma que datam do século XVI. 

A análise também indica que a argamassa entre a laje de mármore e a pedra calcária do túmulo data do ano 345.   

As amostras foram analisadas por dois laboratórios separados. Para determinar a idade dos diferentes trechos do Santo Sepulcro, foi usada uma técnica de determinação do tempo em que um sedimento de quartzo foi exposto à luz. 

O estudo, liderado por Antonia Moropoulou, supervisora-chefe científica coordenadora do projeto de restauração do túmulo, será publicado no Journal of Archaeological Science. 

A análise não pode, porém, determinar que uma pessoa específica foi sepultada ali–no caso, teria sido Jesus, após sua crucificação, entre os anos 30 e 33. 

Fonte: Exame.com

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Uma programação especial e gratuita, entre os dias 02 e 03 de dezembro, nas Praças da localidade, que inclui Mesa Temática, Show Musical e Feira de Artes, marcará o início das comemorações pelos 50 anos do movimento hippie em Arembepe. O evento está sendo organizado pela Associação de Comerciantes e Prestadores de Serviço de Arembepe (ASCARB), com apoio da Prefeitura de Camaçari.

Neste sábado, dia 2 de dezembro, uma Mesa/debate, seguida da sessão de autógrafos do livro Anos 70 Bahia, acontecerá a partir das 20 horas, na Praça da Amendoeiras, com a presença dos jornalistas e organizadores da publicação, Sergio Siqueira e Luiz Afonso Costa, e de antigos e atuais moradores da Aldeia Hippie, como o ator João Sá, o poeta Walter Cézar e o bancário Álvaro Carvalho, o que mora há mais tempo na comunidade. Eles irão discutir o impacto do movimento hippie e da contracultura na vida e no comportamento dos brasileiros hoje, pleno século XXI. Durante a Mesa, ocorrerão intervenções poéticas e musicais, com canções que marcaram a época.

Às 21:30h, terá início o show do cantor Magno Estevam, acompanhado de Citnis Dias (percuteria) & Daniel (baixo), com um repertório especial para o evento e fechando, com chave de ouro, a noite de celebração.

Ainda no sábado, 2, das 16 às 22 horas, e no domingo, 3, das 10 às 16 horas, a Praça dos Coqueiros receberá mais de 30 expositores de artesanato, artes plásticas e do espaço gourmet, de Arembepe, da Aldeia e das redondezas, que integrarão a primeira edição da Feira de Artes de Arembepe. A qualidade e identidade dos trabalhos se destaca e combina perfeitamente com esse momento de resgate dos anos gloriosos de paz e amor do lugar.  

SERVIÇO:

Evento: Abertura das Comemorações pelos 50 Anos do Movimento Hippie em Arembepe

Datas: 02 e 03 de dezembro de 2017 (Sábado e Domingo)

Programa: 16 às 22h e 10 às 16h – Feira de Artes (02 e 03/12, respectivamente), abertura do evento com Samba de Roda, grupo de cultura popular local // 20h – Mesa Movimento Hippie e Sessão de Autógrafos Livro Anos 70 Bahia (02/12) // 21:30h – Show de Magno Estevam com Citnis Dias (percuteria) & Daniel (baixo) (02/12).

Local: Praça das Amendoeiras e dos Coqueiros, Arembepe, km 30 da Estrada do Coco

Organização: ASCARB (Associação dos Comerciantes e Prestadores de Serviço de Arembepe), com o apoio da Prefeitura Municipal de Camaçari

Sobre o Livro Anos 70 Bahia

A obra, lançado em abril de 2017, desenha com pormenores e veracidade testemunhal um vigoroso painel autobiográfico da década em que a Bahia sagrou-se como a Meca cultural – e também contracultural – do Brasil, e o vilarejo de Arembepe tornou-se a Santiago de Compostela dos hippies de todo o mundo. Com o ineditismo de ter sido escrito on-line, o livro contempla relatos e imagens postados em mídia social (Facebook) pelos próprios protagonistas. Ele narra os cenários e fatos que marcaram a cena baiana na década de 70, quando a maré da contracultura trouxe às suas belas praias, em especial, Arembepe e sua Aldeia Hippie, gente de todo o planeta, entre eles astros de primeira grandeza da música, da literatura, da dança, do teatro, das artes plásticas, do experimentalismo.

Do mochileiro ao popstar, todo mundo queria vir para cá, terra prometida da artistagem e dos alternativos. Arembepe e sua mítica Aldeia era visitada e experimentada por gente como Jorge Amado, Mário Cravo Neto, Glauber Rocha, Vinicius de Moraes, em aberta convivência com os vanguardistas Caetano, Gil, Gal, Novos Baianos, Ney Matogrosso, Rita Lee, Raul Seixas, Capinan, Waly Salomão, Rogério Duarte e tantos outros. No antigo vilarejo de pescadores, desembarcaram, ainda, sumidades internacionais do quilate de Janis Joplin, os Stones Mick Jagger e Keith Richards, Robert de Niro, Jack Nicholson, Roman Polanski, Dennis Hopper e Richard Gere... 

Arembepe: 50 anos do Movimento Hippie

Em 2018, a comunidade de Arembepe, os moradores da Aldeia Hippie, a Associação dos Comerciantes e Prestadores de Serviço (ASCARB) e a Prefeitura Municipal de Camaçari organizarão diferentes eventos e atividades para celebrar os 50 anos do Movimento Hippie em Arembepe. Serão encontros, debates, exposições, entre outras atividades, que atualizarão o movimento nos dias atuais, discutirão a importância da contracultura na transformação e mudança da moda, do comportamento e da política no país e no mundo.

O vilarejo de Arembepe, originalmente uma vila de pescadores, se tornou no final dos anos 1960 o maior centro agregador de jovens, artistas e pensadores envolvidos com a contracultura e o movimento hippie. À época, Arembepe ficou conhecida como a Santiago de Compostela do movimento porque recebia visitantes de todo o mundo, interessados em experimentar a vida em comunidade e o espírito do movimento que pregava “a paz e o amor”.

Arembepe pertence ao município de Camaçari e fica a 30 quilômetros do aeroporto de Salvador. Desde 1968, abriga uma das raras aldeias hippies do mundo, que se mantém viva há meio século. Arembepe e sua aldeia ficaram conhecidas, mundialmente por receber visitantes famosos como Janis Joplin, Mick Jagger, Keith Richards, Roman Polanski, Jack Nicholson, além de centenas de artistas brasileiros.

Fonte: ASCARB

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