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O evento está sendo organizado pela Associação de Comerciantes e Prestadores de Serviço de Arembepe (ASCARB), com o apoio da Prefeitura Municipal de Camaçari. No dia 2 de dezembro, o debate e a sessão de autógrafos do livro Anos 70 Bahia acontecerá a partir das 20 horas, na Praça da Amendoeiras, com a presença dos jornalistas e organizadores da publicação, Sergio Siqueira e Luiz Afonso Costa. A obra, lançado em abril de 2017, desenha com pormenores e veracidade testemunhal um vigoroso painel autobiográfico da década em que a Bahia sagrou-se como a Meca cultural – e também contracultural – do Brasil, e o vilarejo de Arembepe tornou-se a Santiago de Compostela dos hippies de todo o mundo.

Com o ineditismo de ter sido escrito on-line, o livro contempla relatos e imagens postados em mídia social (Facebook) pelos próprios protagonistas. Ele narra os cenários e fatos que marcaram a cena baiana na década de 70, quando a maré da contracultura trouxe às suas belas praias, em especial, Arembepe e sua Aldeia Hippie, gente de todo o planeta, entre eles astros de primeira grandeza da música, da literatura, da dança, do teatro, das artes plásticas, do experimentalismo.

Do mochileiro ao popstar, todo mundo queria vir para cá, terra prometida da artistagem e dos alternativos. Arembepe e sua mítica Aldeia era visitada e experimentada por gente como Jorge Amado, Mário Cravo Neto, Glauber Rocha, Vinicius de Moraes, em aberta convivência com os vanguardistas Caetano, Gil, Gal, Novos Baianos, Ney Matogrosso, Rita Lee, Raul Seixas, Capinan, Waly Salomão, Rogério Duarte e tantos outros. No antigo vilarejo de pescadores, desembarcaram, ainda, sumidades internacionais do quilate de Janis Joplin, os Stones Mick Jagger e Keith Richards, Robert de Niro, Jack Nicholson, Roman Polanski, Dennis Hopper e Richard Gere...

Neste debate que acontecerá a partir das 20 horas na praça das Amendoeiras, Sérgio Siqueira, Lula e outros convidados, como o ator João Sá, o poeta Walter Cézar e o bancário Álvaro Carvalho, morador mais antigo da aldeia, irão discutir o impacto do movimento hippie e da contracultura na vida e no comportamento dos brasileiros hoje, pleno século XXI. O encontro reunirá ainda artistas que se apresentarão no palco da praça com intervenções poéticas e canções que marcaram a época.

Após o debate, os autores farão uma sessão de autógrafos do livro Anos 70 Bahia, produzido com a qualidade e tradição da Editora Corrupio, sob coordenação editorial de Bete Capinan e projeto gráfico de Valentina Garcia. O preço do exemplar é R$ 40,00.

No sábado, 2, das 16 às 22 horas, e no domingo, 3, das 10 às 16 horas, a Praça dos Coqueiros receberá artesãos e artistas plásticos de Arembepe, da Aldeia e das redondezas para a primeira edição da Feira de Artes de Arembepe. A qualidade e identidade dos trabalhos se destaca e combina perfeitamente com esse momento de resgate dos anos gloriosos de paz e amor de Arembepe.

SERVIÇO:

Evento: Abertura das Comemorações pelos 50 Anos do Movimento Hippie em Arembepe

Datas: 02 e 03 de dezembro de 2017 (Sábado e Domingo)

Programa: 16 às 22h e 10 às 16h – Feira de Artes (02 e 03/12, respectivamente) // 20h – Mesa Movimento Hippie e Sessão de Autógrafos Livro Anos 70 Bahia (02/12)

Local: Praça das Amendoeiras e dos Coqueiros, Arembepe, km 30 da Estrada do Coco

Organização: ASCARB (Associação dos Comerciantes e Prestadores de Serviço de Arembepe), com o apoio da Prefeitura Municipal de Camaçari

Maiores informações: Claudia Giudice (11) 99653-6209, email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

  

Arembepe: 50 anos do Movimento Hippie

Em 2018, a comunidade de Arembepe, os moradores da Aldeia Hippie, a Associação dos Comerciantes e Prestadores de Serviço (ASCARB) e a Prefeitura Municipal de Camaçari organizarão diferentes eventos e atividades para celebrar os 50 anos do Movimento Hippie em Arembepe. Serão encontros, debates, exposições, entre outras atividades, que atualizarão o movimento nos dias atuais, discutirão a importância da contracultura na transformação e mudança da moda, do comportamento e da política no país e no mundo.

O vilarejo de Arembepe, originalmente uma vila de pescadores, se tornou no final dos anos 1960 o maior centro agregador de jovens, artistas e pensadores envolvidos com a contracultura e o movimento hippie. À época, Arembepe ficou conhecida como a Santiago de Compostela do movimento porque recebia visitantes de todo o mundo, interessados em experimentar a vida em comunidade e o espírito do movimento que pregava “a paz e o amor”.

Arembepe pertence ao município de Camaçari e fica a 30 quilômetros do aeroporto de Salvador. Desde 1968, abriga uma das raras aldeias hippies do mundo, que se mantém viva há meio século. Arembepe e sua aldeia ficaram conhecidas, mundialmente por receber visitantes famosos como Janis Joplin, Mick Jagger, Keith Richards, Roman Polanski, Jack Nicholson, além de centenas de artistas brasileiros.

Fonte: ASCARB

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A prefeitura de Camaçari, através da Secretaria da Cultura (Secult), disponibilizou o edital de credenciamento de artistas e grupos culturais para a realização de apresentações musicais e artísticas a serem feitas durante as Mostras Itinerantes de Cultura e nas lavagens tradicionais, ações do projeto Operação Verão, que vai ocorrer de janeiro a março de 2018.  

O edital nº 003/2017, disponível desde o dia 7 de novembro, pode ser obtido através do portal de compras da prefeitura www.compras.camacari.ba.gov.br, ou por meio deste link.  A vigência do credenciamento será de 45 dias, contados a partir da publicação. Os interessados, que atendam aos pré-requisitos, devem apresentar a documentação na secretaria de cursos da Cidade do Saber, das 9h às 12h e das 13h às 17h. Os envelopes serão abertos no ato para conferência.

Após a entrega dos documentos, os candidatos passarão por um processo de avaliação, a ser realizada por comissão técnica da Secult, nomeada através de portaria. Ela será responsável por analisar e avaliar o artista com base nos critérios estabelecidos no edital, entre eles, o tempo de experiência e atuação em atividades socioculturais.

As pessoas poderão se credenciar para as seguintes modalidades: músicos solo, dupla ou trio, bandas (acima de três integrantes), grupos de cultura popular, fanfarras, orquestras, grupos percussivos (com mais de 30 integrantes), apresentação de swing baiano e de ritmos latinos.

Fonte: Ascom

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A Fundação Gregório de Mattos (FGM) republicou, na última quinta-feira (16/11), no Diário Oficial do Município (DOM), o Edital de Chamamento Público 007/2017, para o recebimento de projetos culturais destinados a obtenção de incentivos fiscais do Programa Viva Cultura. O documento já havia sido publicado anteriormente, no último mês de agosto, mas precisou passar por correções. O objetivo do edital, segundo a FGM, é promover o desenvolvimento cultural e artístico, e fortalecer a economia da cultura na capital. 

Projetos artísticos e culturais apresentados por pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem fins lucrativos e microempreendedores individuais (MEI), domiciliadas ou sediadas em Salvador, serão apoiados pelo edital. O documento agregou duas novas linguagens, propostas através de emendas apresentadas pelo presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal, vereador Sílvio Humberto (PSB). "A arte de rua e o HIP HOP são duas potências, não apenas culturais, mas econômicas e sociais. Ambas geram renda para muitos profissionais da Cultura e salvam vidas em locais onde o poder público não chega", defendeu o vereador. 

O valor total disponível para renúncia fiscal do edital, para o exercício 2017, é de R$ 3,8 milhões, destinados para projetos em 23 áreas, com valor máximo de R$ 300 mil, cada. As inscrições para a seleção de propostas vão até o próximo dia 15 de dezembro, ou enquanto houver recursos disponíveis. Os interessados devem realizar a inscrição no site: vivacultura.salvador.ba.gov.br. 

Isenção de impostos 

O edital traz a figura do contribuinte incentivador: pessoa física ou jurídica tributária dos impostos Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) ou sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) em Salvador. O contribuinte poderá destinar até 80% do valor total de um ou mais projetos culturais, abatendo esse recurso no seu imposto, no limite de até 10% do total a ser recolhido num período único ou em períodos sucessivos. 

As linguagens contempladas pelo edital são as seguintes: arquivos, artesanato, arte de rua, artes visuais, audiovisual, bibliotecas, circo, cultura digital, cultura popular, culturas identitárias, dança, design, espaços culturais, festivais de artes e cultura, fotografia, gastronomia, HIP HOP, literatura, moda, museus, música, patrimônio e teatro.

Fonte: Ascom

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O racismo religioso foi o tema da III Marcha do Empoderamento Crespo, que aconteceu neste sábado (18), a partir das 13h, com saída do Largo do Campo Grande e caminhada até a Praça Castro Alves. O evento é um desdobramento da ação de crespas e cacheadas que se popularizou na internet nos últimos cinco anos, mas também é fruto da ação da militância de blocos afros e setores dos movimentos negros de Salvador. 

De acordo com as organizadoras do evento, o tema foi escolhido em virtude da atual conjuntura política, que tem gerado o avanço do conservadorismo, a ascensão de ideias e práticas fascistas, racistas e intolerantes que estão minando os poucos direitos conquistados pelas minorias sociais.

“Nessa conjuntura de retrocessos e espetacularização racista, as investidas contra templos religiosos – como por exemplo as violações ao sagrado que colocam sacerdotisas e sacerdotes em situações vexatórias de transgressão às suas crenças – e aos participantes das religiões de matriz africana têm sido constantes. A demonização e os ataques às religiões de matriz africana são frutos do racismo, que carrega em si ideias, práticas e projeções da cultura ocidental, branca, cristã e universalista”, argumentou Naira Gomes, uma das organizadoras da marcha. 

O evento reuniu centenas de pessoas entre adultos e crianças.

Fonte: Correio

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