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Começou na sexta-feira, 17, a inscrição do concurso para professor e coordenador pedagógico da rede estadual. O cadastro pode ser feito no site da Fundação Carlos Chagas (FCC)  até o dia 12 de dezembro. O valor da taxa é de R$ 100 para os dois cargos. 

Ao total, são 3.760 vagas, sendo 3.096 para professores e 664 para cordenadores pedagógicos. O concurso contará com três etapas: provas objetiva, discursiva e de títulos. 

Remuneração 

Para o cargo de Professor Padrão P –  a remuneração é de R$ 2.814,28 com a gratificação. O cargo de Coordenador Pedagógico Padrão P tem salário de R$ 2.890,87. 

Áreas de atuação 

Para o cargo de professor serão ofertadas vagas nas áreas de Arte, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia, sendo exigida formação específica e diploma concedido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). 

Para coordenador pedagógico é exigida formação em Pedagogia, também com reconhecimento do MEC. Em todos os casos, a carga horária semanal é de 40 horas.

As provas serão aplicadas nas cidades de Salvador, Alagoinhas, Amargosa, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Caetité, Eunápolis, Feira de Santana, Ipirá, Irecê, Itaberaba, Itabuna, Itapetinga, Jacobina, Juazeiro, Jequié, Macaúbas, Paulo Afonso, Ribeira do Pombal, Santa Maria da Vitória, Seabra, Serrinha, Santo Antônio de Jesus, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas, Valença e Vitória da Conquista, conforme opção escolhida pelo candidato no momento da inscrição. 

Outras informações podem ser conferidas no edital do certame pelo http://www.concursosfcc.com.br/concursos/govba217/edital_de_abertura_de_inscricoes_doe_de_10.11.pdf

Fonte: A Tarde

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A candidata Rina de Cássia Prates, de 43 anos, teve de abandonar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no domingo (12), em Piracicaba, interior de São Paulo, porque foi impedida de usar a lupa que levou para enxergar as questões. Ela descobriu que sofre de catarata precoce, doença que afeta a visão, e precisa de cirurgia.

Enquanto espera o procedimento, foi orientada pelo oftalmologista a usar o aparelho para enxergar melhor. Ela passou pelo exame na terça-feira (7), depois de enfrentar dificuldade para fazer a prova no último domingo pela deficiência na visão. Horas antes do início da prova, Rina foi à Faculdade Anhanguera, onde faria o exame, e apresentou o atestado médico e a lupa.

O coordenador da prova informou que ela deveria ter requerido antecipadamente para que o caso fosse analisado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que administra o Enem. Sem a autorização, ela não poderia usar o equipamento e decidiu não fazer as provas. Rina contava com o Enem para conseguir financiamento do Programa Universidade para Todos (Prouni).

O Inep informou que a candidata deveria ter requerido previamente o uso de equipamento especial e que o caso será analisado pela Comissão de Demandas do órgão.

Fonte: BN

provaO gabarito oficial do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) será divulgado nesta quarta (16), mas os participantes só conhecerão suas notas em janeiro do ano que vem. A data ainda não foi definida.

No Enem, a nota da parte objetiva não é baseada apenas na quantidade de acertos, como ocorre em outros vestibulares. O sistema de elaboração e correção leva em conta também quais questões cada candidato acertou em cada parte da prova (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas).

Dessa forma, dois candidatos que tenham acertado o mesmo número de questões não necessariamente terão a mesma nota. Vai depender do desempenho geral em cada parte da prova -que têm uma nota separada.

Errar itens fáceis e acertar um difícil, por exemplo, faz com que a pontuação desse item difícil seja menor do que se ele tivesse ido bem nas fáceis. É como uma punição para um possível chute: o padrão de respostas do participante na prova é considerado no cálculo do desempenho dele.

Esse modelo matemático se chama TRI (Teoria de Resposta ao Item). A metodologia qualifica cada item por três parâmetros: grau de dificuldade, possibilidade de acerto ao acaso (o chute) e poder de discriminação, que é a capacidade de um item distinguir os estudantes que têm a proficiência requisitada daqueles quem não a têm.

"Essas características permitem estimar a habilidade de um candidato avaliado e de garantir que essas habilidades, medidas a partir de um conjunto de itens, sejam comparadas com outro conjunto na mesma escala, ainda que eles não sejam os mesmos e que haja quantidades diferentes de itens usados para o cálculo", explica o MEC (Ministério da Educação) em texto sobre esse modelo.

Para calcular esses parâmetros, a organização do exame realiza faz pré-testes com as questões que podem ser utilizadas. Ou seja: vários estudantes respondem a essas questões em aplicações anteriores ao Enem. Assim, as questões são classificadas como fáceis, médias e difíceis.

Outra característica da TRI é que as notas não variam entre zero e mil. As notas mínimas e máximas do exame dependem do desempenho dos itens selecionados.

Só a redação do Enem tem uma escala (que vai de zero a mil). Porque os textos são corrigidos por uma banca de avaliadores.

Como os níveis de dificuldade são supostamente controlados pela TRI, a adoção do modelo ainda permite que haja duas provas diferentes no mesmo ano. Ou que as notas de cada edição sejam comparáveis.

A TRI é usada desde 2009 no Enem, quando o exame se tornou o vestibular para a maioria das universidades federais. A USP, por exemplo, também adota a nota para selecionar parte dos alunos.

CALCULE SUA NOTA

Os candidatos podem conferir seus desempenhos no aplicativo "Quero minha nota!", da Folha de S.Paulo em parceria com a empresa de tecnologia educacional TunEduc.

Depois de baixar o aplicativo, o usuário deve preencher suas respostas no Enem. Então, com base no gabarito do exame, o Quero minha nota! entrega uma estimativa bastante precisa da nota no exame de cada usuário. Com informações da  Folhapress. 

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As provas de matemática e ciências da natureza do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, realizadas neste domingo (12) foram consideradas menos interpretativas e com mais cobrança de conteúdo.

Segundo a Agência Brasil, por tradição, mesmo na prova de exatas, o Enem costumava incluir muitas questões interpretativas e com relação direta com o cotidiano. Para o professor de biologia Rubens Oda, do curso online Descomplica, a maior dificuldade que os candidatos enfrentaram na prova deste domingo foi a presença de conteúdos esperados, mas cobrados com maior nível de detalhamento. Oda cita como exemplo uma questão de genética que abordou um detalhe específico sobre o processo de espiralização do cromossomo X.

Segundo o professor, isso é algo pouco conhecido dos estudantes do ensino médio. “Era esperado que cair alguma coisa de genética, mas não no grau de profundidade e detalhamento que foi cobrado”, diz. Ainda segundo o professor, um bom desempenho na prova de hoje dependeu muito mais da preparação do que da concentração do estudante. “O que acontece é que o Enem, historicamente, é uma prova que pesava bastante na interpretação, na busca de avaliar competências e habilidades. O que ocorreu neste ano, com os conteúdos que foram cobrados em ciências da natureza, parece que volta a cobrar conteúdos que eram mais pertinentes ao antigo modelo de vestibulares. Ou seja, a prova está deixando de ser um teste que busca a cobrança de competências e habilidades e está voltando a ser mais conteudista”, avaliou.

Na prova de matemática, o professor da matéria Gabriel Miranda também considerou a prova mais conteudista e "matematicamente mais pesada". “Lógico que sempre foi a cara do Enem as questões de interpretação, mas este ano foi um pouco menos  do que em anos anteriores. Essa foi uma mudança que achei interessante, em geral a prova estava mais direta e mais bem escrita”, avaliou.

Entre os assuntos abordados na prova de matemática caíram razão e proporção, logaritmo, análise combinatória e probabilidade. “Eles talvez perceberam que precisavam de uma prova mais robusta, e foi o que aconteceu neste ano. A prova continuou numa crescente de conteúdo, de dificuldade em relação aos anos anteriores”, apontou Miranda.

Fonte: BN

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