tiro caixa

Um policial militar atirou contra um carro de som durante um protesto de centrais sindicais na Via Parafuso, em Camaçari, região metropolitana de Salvador, na manhã desta segunda-feira (19). Apesar do susto dos manifestantes, ninguém foi ferido pelo disparo.

De acordo com nota da PM, o agente fazia parte do 12º Batalhão, que atuava na negociação para liberação da via, mas não estava participando da negociação com os manifestantes naquele momento.

O protesto foi um dos atos que ocorreram no estado contra a reforma da Previdência. De acordo com o presidente da CUT, Cedro Silva, a manifestação ocorria de forma pacífica. Ele diz ainda que os policiais militares dispararam balas de borracha contra os manifestantes, deixando 3 a 4 pessoas feridas.

Conforme o comunicado da Polícia Militar, o comandante do 12º Batalhão ainda apura se houve disparo de bala de borracha e se houve pessoas feridas durante a ocorrência.

O policial que disparou contra o carro de som é ouvido na sede do 12º Batalhão, para que "providências legais" sejam adotadas.

"A Polícia Militar apura qualquer postura/comportamento que fuja da técnica policial, pois o papel da corporação em manifestações é garantir a ordem pública, o direito das pessoas se manifestarem, bem como o direito de ir e vir do cidadão. Todo tipo de excesso cometido por integrantes da corporação será rigorosamente investigado", afirma o comunicado da corporação.

O protesto teve início às 5h30 e terminou por volta das 8h desta segunda-feira (19), na Via Parafuso, nas proximidades do viaduto da Cascalheira. Os manifestantes atearam fogo em pneus e madeiras e bloquearam a via nos dois sentidos.

 

P O L Í C I A M I L I T A R D A B A H I A - COMANDO DE POLICIAMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR | 12º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR

 

N O T A À I M P R E N S A


Camaçari, 19 de fevereiro de 2018.

À Imprensa Camaçariense

Em relação ao fato ocorrido na manhã de hoje, quando do disparo de arma contra um carro de som durante manifestação ocorrida em Camaçari, na Via Parafuso, o Comando do 12º Batalhão da Polícia Militar informa que, tão logo tomou conhecimento do ocorrido, procedeu à imediata instauração de processo administrativo, a fim de se apurar todo o contexto que envolveu o fato, bem como afastou das funções de policiamento ostensivo os policiais envolvidos na ocorrência.

Disto, este Comando também esclarece que trabalha diariamente em favor da segurança da população de Camaçari, porque missão e responsabilidade maior com as leis e com a ordem pública, naquilo que não coaduna com comportamento que infrinja o direito maior do cidadão de ir e vir, bem como o de manifestar-se de maneira pacifica.

 

motel

Uma mulher de 32 anos e um homem de 51 anos foram levados para a delegacia de Guanambi, no sudoeste da Bahia, depois de terem sido flagrados com um bebê de um ano e quatro meses, que é filho dela, em um quarto de motel.

O caso ocorreu em um estabelecimento às margens da BR-030, na saída para o município de Caetité, na sexta-feira (16).

A Polícia Militar chegou ao motel depois de ser acionada pelo Conselho Tutelar, que foi chamado pelo pai da criança e ex-marido da mãe do bebê. O homem havia seguido a ex-mulher em um carro até o motel.

Os policiais abordaram o casal no quarto e encontrou o bebê escondido debaixo da saia e entre as pernas da mãe. O casal foi levado para a delegacia, onde assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

A mãe alegou que levou o bebê para o encontro no motel porque não tinha com quem deixar a criança. O bebê foi submetido à perícia para constatação de abuso ou lesão, sob supervisão do Conselho Tutelar, mas o resultado ainda não foi divulgado.

O casal deve responder por submeter criança a vexame ou constrangimento, previsto no artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente, com pena prevista de detenção de seis meses a dois anos.

Questionado sobre o paradeiro da criança, o Conselho Tutelar alegou não ter autorização para ceder qualquer informação sobre o caso.

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