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Com a realização do segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo (12), o gabarito oficial será divulgado na próxima quinta-feira (16) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Para a correção das provas, o método utilizado é a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que varia o valor de cada questão de acordo com o percentual de acertos e erros dos candidatos naquele item.

Assim, segundo informações da Agência Brasil, quanto maior o número de candidatos que acertar o item, menor será seu valor, pois será considerado fácil. Na mesma lógica, quando um estudante acertar uma questão com alto índice de erro, ele ganhará mais pontos por aquele item.

Diante disso, o candidato só poderá saber sua nota final quando o resultado oficial for divulgado, uma vez que duas pessoas que acertarem o mesmo número de questões podem ter pontuações diferentes. O Boletim de Desempenho será disponibilizado aos participantes em 19 de janeiro de 2018.

Fonte: BN

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou hoje (9) que vai corrigir a prova dos participantes que se esqueceram de transcrever a frase do caderno de questões para a o cartão-resposta do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A primeira prova do Enem foi realizada no dia 5 de novembro, e o segundo exame será no próximo domingo (12).

No entanto, o Inep deixa claro que a decisão pela correção dos participantes que se esqueceram da transcrição é extraordinária e que a necessidade de transcrição não está interrompida. Todos os participantes devem ficar atentos às orientações na capa do caderno de questões e transcrever a frase no segundo dia de prova.

Segundo o Inep, essa flexibilização só foi possível porque os novos mecanismos de segurança do Enem, como a prova personalizada, adotada neste ano, e a coleta do dado biométrico, desde 2016, podem ser combinados para cumprir a função da transcrição da frase. “Pode prescindir, por essa razão, a função da transcrição da frase, excepcionalmente em caso de esquecimento por parte do participante, de forma a impedir que outra pessoa faça a prova no lugar de um inscrito”, diz o instituto.

A frase permite a verificação grafológica, com o objetivo de checar se o autor da redação era realmente a pessoa inscrita. Com o dado biométrico, a Polícia Federal pode checar todas as digitais. Já a prova personalizada impede a troca de cadernos de questões.

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A FENAPRO – Federação Nacional das Agências de Propaganda anuncia a abertura das inscrições para a quarta edição do FenapróUniversitário, concurso realizado pela entidade para participação de jovens matriculados em cursos superiores de publicidade e propaganda de todo o País, com o propósito descobrir e dar oportunidade para os talentos que ainda estão nas universidades e valorizar o profissional da propaganda. O concurso é uma oportunidade também para os estudantes baianos, como destaca o presidente do Sinapro-Bahia, Gustavo Queiroz. 

Promovido pela FENAPRO em parceria com os Sinapros (Sindicatos das Agências de Propaganda), oFenapró Universitário premiará as melhores peças criadas sobre o tema "O Futuro é seu!". 

O tema deste ano – "O futuro é seu!" –  é  inspirado no projeto "The future is yours", da Adobe. A ideia é que o jovem estudante projete seu futuro numa campanha, não só como profissional de propaganda, mas também como ser humano atuante na sociedade. 

A campanha vencedora será produzida pela Fenapro e veiculada a partir de 04 de dezembro (Dia Mundial da Propaganda). 

Um dos vencedores do concurso (redator e/ou diretor de arte) ganhará um pacote completo para participar do Adobe Max ( https://max.adobe.com/ ), que acontece nos EUA (Las Vegas) e é considerado um dos principais eventos sobre Criatividade dos EUA. A viagem será oferecida pela Adobe do Brasil, parceria do projeto. O outro autor vencedor ganhará um iPad Apple. O professor orientador também ganhará um iPad. 

Composta por um anúncio no formato 21 X 28, um cartaz A3, um spot de rádio com a duração de 30 segundos e um projeto de atuação em meios digitais, as peças devem ser apresentadas em forma de layout e texto, além de descritivos que defendam a ideia central da campanha, sua estratégia e planejamento. Cada campanha inscrita deverá contar com a atuação de 02 estudantes: um focado na redação e outro, na direção de arte, além de um professor orientador. 

As inscrições devem ser feitas até 20 de novembro de 2017. No Estado, elas estão a cargo do Sinapro-Bahia, e mais informações podem ser obtidas no telefone 71 3354 4138. 

Avaliação 

As campanhas serão analisadas por uma Comissão Julgadora constituída por cada Sinapro e serão escolhidas as melhores, com base nos critérios de criatividade, originalidade, objetividade e clareza. As primeiras colocadas de cada estado participarão da grande final, cujo julgamento será feito por uma comissão especialmente constituída, e que se reunirá no dia 30 de novembro, na sede da Fenapro. 

O regulamento completo está disponível no site: http://www.fenaprouniversitario.org.br/. Demais informações podem ser obtidas com o Sinapro-Bahia.

Fonte: Ascom

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Mais da metade dos alunos (57,7%) já utiliza a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingressar no ensino superior público do País. Isso é o que mostram os dados mais recentes do Ministério da Educação (MEC) sobre o setor, de 2016. A prova passou a ser adotada como vestibular em 2009 e, ano a ano, conquista mais adesão entre faculdades públicas e privadas. No domingo, 6,7 milhões de candidatos fazem a primeira fase da prova.

A proporção de uso do Enem nos processos seletivos é quase o triplo da registrada em 2010 (20,22%), de acordo com o Censo da Educação Superior do ano passado. Na rede pública, o uso é mais disseminado nas 63 universidades federais - todas usam o exame como processo seletivo ou parte dele. Desde 2015, parte dos cursos da Universidade de São Paulo (USP) também adota o Enem como método alternativo de ingresso (o principal é a Fuvest).

Em 2017, por exemplo, o curso de Medicina da USP na capital, um dos melhores do País, vai reservar 50 das 175 vagas para concorrência via Enem. No universo total de calouros de 2016, incluindo as faculdades privadas, o Enem já seleciona três em cada dez estudantes. Instituições de ponta, como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Insper, reservam parte das vagas para a disputa via Enem. Um em cada cinco ingressantes das particulares (21,8%) usou a nota do exame. 

Para os candidatos, o uso maciço do Enem pode facilitar o ingresso. "Direciona mais o estudo", diz a estudante Mariana Zamberlan, que estuda no curso Objetivo, na Avenida Paulista, na região central de São Paulo. Ela vai fazer a prova pela quarta vez - duas delas, fez como treineira. A adolescente planeja tentar Medicina nas universidades federais de Minas (UFMG) e do Rio (UFRJ). Apesar da possibilidade de concorrer a um lugar em Medicina da USP pelo Enem, ela descarta usar essa chance, por serem poucas vagas em disputa por meio da nota do exame, o que acirra a disputa. "Prefiro usar as minhas opções do Sisu (Sistema de Seleção Unificada, plataforma online do MEC que reúne vagas do ensino superior público para concorrência via Enem) em outras universidades em que eu tiver mais chance de passar", conta Mariana. Kalil Vitor, de 23 anos, pretende utilizar o Enem para tentar vaga no curso de Engenharia Aeroespacial na Universidade Federal do ABC (UFABC).

Outra opção é Farmácia Bioquímica, pela USP, que também separa parte das vagas para concorrência pela exame. Vitor já fez a prova em 2015, mas acabou viajando para o Canadá para um intercâmbio. Nos últimos meses, se dedicou aos livros. "O Enem é uma prova de resistência. Há pouco tempo para resolver perguntas muito longas. Por mais que haja preparação em relação ao conteúdo, é importante ter um lado psicológico forte."

Fonte: BN